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Para a prevenção da cárie e da doença periodontal, é
necessário que se faça uma completa remoção da placa
bacteriana, a principal causadora dessas doenças, através
de uma escovação correta. |
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A escova ideal para dentes naturais deve ser macia
ou extramacia porque, para uma boa escovação
dental, é necessário escovar as gengivas e, escovas
duras, além de machucarem a gengiva, podem
desgastar os dentes, provocando sensibilidade, e
provocar a retração gengival, que pode afetar
a estética do sorriso e pode provocar dor. |
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Deve-se comprar uma escova que atenda as seguintes especificações: cabeça pequena, cerdas macias e arredondadas e tufos concentrados. Pode-se escolher e usar praticamente todas as marcas comerciais que têm uma boa qualidade.
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Uma escovas com cerdas extramacias ou macias costumam durar no máximo 30 dias. Após esse período, as cerdas começam a abrir e perder sua efetividade. |
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Atualmente é preconizado o inicio da escovação logo após o aparecimento do primeiro dentinho no bebê; a escova indicada, embora tenhamos poucas opções no mercado nacional, é uma escova extramacia, que limpe os dentinhos recém erupcionados, faça massagem na gengiva e tenha um cabo que permita um bom apoio para o adulto que irá fazer a escovação. A partir dos 3 anos, a criança gosta, ela mesma, de fazer a escovação; nesse caso deve ser usada um escova com cabeça pequena, cerdas macias e que tenha uma proteção no longo eixo do cabo, para evitar acidente; um adulto, entretanto, deve complementar a escovação. |
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A partir dos 7 anos, a criança quase sempre já consegue realizar a escovação sozinha, embora deva haver a supervisão de um adulto. A escova deve ter cabeça de tamanho médio, cerdas macias, pontas arredondadas e um cabo robusto, que facilite a empunhadura. |
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A escova interdental tem sido utilizada para a limpeza sob prótese fixas e também nos casos de doentes periodontais que perderam a papila que fica em meio aos dentes. Para quem não tem doença periodontal, a escova interdental poderá forçar a gengiva e provocar uma lesão traumática; assim o uso adequado do fio dental é mais aconselhavel. |
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Normalmente as escovas elétricas têm sido indicadas a pacientes especiais que tenham algum tipo de dificuldade motora para fazer uso da escova comum e, especialmente, a pacientes geriátricos que tenham alto risco às cáries radiculares e támbem à doença periodontal. O uso da escova elétrica, nesses casos, serve de estímulo para que o paciente mantenha sua saúde bucal mesmo tendo dificuldades motoras. Quando forem indicadas, é importante salientar que as escovas sejam macias ou extramacias e, se possível, que tenham movimento elíptico durante o seu uso. |
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Às pessoas que têm doença periodontal indica-se o uso de escovas com cerdas extramacias e escovas do tipo tufo, que escovam dente a dente, fazendo uma remoção mais eficiente da placa bacteriana. |
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Às pessoas que usam aparelho ortodôntico indica-se escovas especiais como a bitufo, a sulcus (duas fileiras de cerdas) ou a Orthodontic (cerdas com depressão em forma de V) em meios auxiliares no controle da higienização. |
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Atualmente também existem no mercado algumas escovas específicas para escovar as próteses totais; são maiores que as escovas de dentes comuns, têm cerdas duras, e o desenho é adequado ao formato da prótese. Caso não se achem as escovas específicas, pode-se simplesmente utilizar uma escova dental dura. |
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É necessário que não haja pressa; devemos caprichar na escovação realizada à noite, após o jantar ou antes de dormir, limpando todos os dentes: primeiro com o fio dental e, em seguida, com a escova esse processo deve demorar cerca de 10 minutos. |
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Para pacientes considerados "normais", ainda se prescreve que se façam 3 escovações ao dia: pela manhã, após o almoço e após o jantar ou antes de dormir; contudo, deve-se saber que a higienização mais importante é aquela realizada à noite. |
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